Alpha Subsea · Tecnologia da Informação
A estação de trabalho liga e cai direto no ambiente da empresa: login único, launcher com os módulos liberados para cada funcionário, IA interna e navegador restrito. Sem desktop livre, sem instalação de programas, sem sites fora da whitelist.
Proposta para aprovação da diretoria · nome "Alpha Desk" é provisórioDo power-on ao módulo aberto: shell replacement, login, router e o que acontece quando o funcionário tenta escapar do ambiente.
Board interativo Abrir →Admin cadastra a aplicação, atribui a usuários ou grupos e o card aparece no router de quem tem acesso. Nada além disso é visível.
Board interativo Abrir →Chat interno rodando num Mac mini na rede da empresa: pergunta e resposta trafegam só na LAN. Nenhum dado sai para nuvem externa.
Board interativo Abrir →Porta de entrada do shell. É a única coisa que o funcionário vê ao ligar a máquina.
ProtótipoAbrir →A tela principal: grade de cards com os módulos liberados para o perfil do funcionário.
ProtótipoAbrir →Assistente interno da empresa. Processamento 100% local, na rede Alpha.
ProtótipoAbrir →Só abre domínios da whitelist. Inclui o estado de site bloqueado, que o funcionário verá na prática.
ProtótipoAbrir →Quem tem acesso a quê: usuários, grupos e módulos atribuídos, com estados variados.
ProtótipoAbrir →Catálogo de módulos do router e a whitelist de domínios do navegador restrito.
ProtótipoAbrir →A tela segura do Windows não pode ser capturada por aplicação. A mitigação é via GPO: remover Task Manager, Trocar Usuário e Sair das opções dessa tela. O funcionário até aperta as teclas, mas não tem para onde ir. É um limite do Windows, não do Alpha Desk.
O Shell Launcher oficial da Microsoft exige Windows Enterprise ou IoT Enterprise. Nas versões Pro existe alternativa via registro (custom shell), que funciona mas é menos suportada. Decidir: padronizar licença ou aceitar o caminho via registro.
Falta validar qual modelo e quanta memória são necessários para o modelo de IA escolhido e para o número de usuários simultâneos. Definir junto com a escolha do modelo na Fase 2.
A TI precisa de uma porta de saída controlada do kiosk (credencial de administrador ou combinação restrita) para manutenção da estação. A política de exceção ainda precisa ser definida e documentada.